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domingo, 22 de agosto de 2010

Tão pouco, afinal!

Ver o rio e passear
Dar-te a mão e caminhar
Beijar-te com sofreguidão
Matar a sede e beber
A água límpida da fonte.
Daquela que seca no Verão,
Mas jorra, em força, no Inverno.
Apanhar chuva e dançar,
Pular nas poças do chão.
Entregar-me nos teus braços,
Consumir esta paixão
Abraçar-te a vida inteira.
Rir, com gosto, de nós
E da vida que levássemos.
Tudo isto faria de mim
A mais feliz das mulheres,
A mais fogosa guerreira.

Helena

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